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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Uma nova oportunidade para a mobilidade empresarial

No último ano surgiu um novo segmento de dispositivos móveis que muda um pouco as regras da mobilidade empresarial. Anteriormente, conseguíamos encontrar 2 grandes segmentos:
  1. Dispositivos móveis de tamanho reduzido, mais ou menos resistentes a queda (logo menos ou mais visualmente apelativos, respectivamente).
  2. Netbooks, tablets e outros portáteis, com uma área de trabalho maior, que era acompanhada pelo peso e pela (pouca) capacidade da bateria.
A decisão consistia em escolher as vantagens no dispositivo pretendido que justificassem o preço, e a partir daí a dificuldade consistia em desenvolver aplicações que tirassem partido (ou da reduzida dimensão do ecrã ou da grande área de trabalho) do dispositivo de modo a tornar apelativas as aplicações, e a garantir o seu uso pelos colaboradores. A isto, soma-se a problemática da sincronização, para a qual já existem várias alternativas de motores de base de dados e de sincronização. Mas, mais coisa menos coisa, tecnologicamente não fugiria muito disto.


Hoje em dia alguns destes pressupostos mantém-se, em  teoria. No entanto, os dispositivos mais recentes como o iPad, o Galaxy Tab, o HP Slate e outros vieram revolucionar a forma como a mobilidade pode ser oferecida aos clientes. O negócio não mudou, muito provavelmente, para a grande maioria. Mas a forma como as empresas os podem auxiliar no processo mudou, e muito.


Desde o iPad, a abordagem Apple ao mercado (com um preço bastante apelativo, a denotar aqui também alguma diferença no ataque ao mercado, um pouco menos elitista - no preço) até ao Galaxy Tab da Samsung podemos encontrar vários dispositivos que podem facilitar, e muito, as tarefas do dia-a-dia dos clientes. Todos os negócios que tenha processos que envolvam deslocação de pessoas no terreno (forças de vendas, manutenção, inspecção, entre outros) são alvos preferenciais de algumas apostas empresariais no que respeita a aplicações móveis. E, desta feita, com um tamanho de ecrã que abre as portas a interfaces completamente diferentes e para os quais podem ser desenvolvidas interfaces ricas e mais simples de usar.

Há algum tempo encontrei um comparativo sobre alguns dos dispositivos móveis, que podem encontrar aqui. Algumas considerações:
  1. O preço começa a deixar de ser um problema, para muitas empresas é agora acessível a compra dos dispositivos, principalmente se forem negociados acordos de volume. E estão todos praticamente ao mesmo nível.
  2. Existem sistemas operativos para todos os gostos, desde Windows 7 a Android, passando por iOS.
  3. Continuam a haver diferenças na autonomia dos dispositivos, que por si só é um dos "calcanhares de Aquiles" destes equipamentos. Hoje em dia muito maior do que já foi, mas gostaria de experimentar alguns deles.
A tabela é mais exaustiva, e darei a minha opinião sobre os mesmos a seu tempo. Mas está a prova de que os dispositivos estão aí, e é uma questão de escolher.

Como vai cada empresa optimizar o negócio? Depende da sua criatividade e dos parceiros com quem trabalha. Mas esta pode ser sem dúvida uma forma de o fazer.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

SPB lança novo SPB Mobile Shell

Para todos os adeptos do SPB Mobile Shell (como eu), é com agrado que anuncio aqui no blog o lançamento do novo SPB Mobile Shell 3.0. Ainda não tive oportunidade de experimentar a nova versão pessoalmente, mas deixo-vos com um link para uma review de um grupo a que pertenço no Linkedin, que me parece bastante interessante.



Próximo passo será descarregar e instalar. Se se mantiver a qualidade das versões anteriores já terá valido a pena.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Mobilidade Empresarial. E mais.

Hoje em dia existem cada vez mais formas de as empresas optimizarem a forma como fazem negócios. No cenário de crise em que nos encontramos, todas as formas que forem conseguidas para fazer com que a empresa conduza as suas actividades com mais eficácia e eficência, maior desempenho e menor custo são tecnologias interessantes à partida. No entanto, com a actual conjuntura económica, todos os investimentos são mais ainda alvo de escrutínio por parte dos decisores. Mas existe um facto ao qual não é possível fugir: todos os investimentos cujo retorno seja provado são investimentos a ter em conta. E a crise, eventualmente, vai acabar. Resta saber quais serão as empresas que terão a visão de investir correctamente, de forma a emergirem victoriosas, e à frente da concorrência. 

Este blog dedica-se a analisar, de uma forma imparcial, as várias tendências e tecnologias em termos de mobilidade empresarial. O interesse dos vários autores é partilhar com os leitores uma visão pessoal, mas de forma nenhuma marcada por interesses corporativos. O objectivo principal é difundir a mobilidade como um possível meio para atingir um fim. E será sem dúvida frequente que surjam outros assuntos, relevantes para os leitores, mas que transmitam uma visão sobre outros temas, como mobilidade para o mercado de consumo, tecnologias emergentes como o RFID, entre outros. Sempre com o mesmo objectivo de munir as empresas de algum conhecimento adicional sobre assuntos que possam contribuir para o melhorar dos seus processos, da sua prestação, assim como da economia e do país.

Este é o nosso contributo para vós. O objectivo deste blog é ser um ponto central de discussão, e por isso mesmo é possível comentar os vários posts. O vosso contributo tornará muito mais rica a discussão.

Até breve!

Sérgio Viana